Sempre que o leitor acessar um dos BLOGS do PAINEL DO PAIM, encontrará, á direita da página, os LINKS da Agência de Notícias GOOGLE NEWS (http://news.google.com/) e do Portal EDSON PAIM NOTÍCIAS (http://www.edsonpaim.com.br/), cujo acesso permitirá ler NOTÍCIAS atualizadas do Brasil e do Mundo
Sempre que o leitor acessar um dos BLOGS do PAINEL DO PAIM, encontrará, à direita da página, os LINKs do GOOGLE NEWS (http://news.google.com/) e do site de EDSON PAIM NOTÍCIAS (http://www.edsonpaim.com.br/), cujo acesso
No terceiro LINK de cada um dos 600 (ou 599) BLOGS DO PAINEL DO PAIM estamos a colocar sites relativos ao tema referido no nome do BLOG, com a finalidade de ampliar, ainda mais, o alcance do referido PAINEL.
Resumo de Notícias dos Jornais (N. 119 da série de 600 Blogs do Painel
o que permitirá ao leitor o acesso ao BANCO DE NOTÍCIAS da RADIOBRAS, do dia em que clicar, o que dispensa a atualização diária, pelo autor, pois torna o referido Blog e esta Postagem atualizáveis AUTOMATICAMENTE.
segunda-feira, 26 de março de 2012
"Na dúvida se há ou não vidas em outros planetas, cuide das que existem aqui"! (Joana Vieira)
BEM VINDOS!!!
"Na dúvida se há ou não vidas em outros planetas. cuide das que existem aqui"! (Joana Vieira)
BEM VINDOS!!!
segunda-feira, 12 de março de 2012
Maior tempestade solar desde
2004 atingiu a Terra em cheio
Uma forte tempestade solar, que parecia se dissipar, atingiu a Terra em cheio na noite de quinta-feira, tornando-se o evento geomagnético mais importante desde 2004, disseram nesta sexta-feira especialistas americanos, que esperam mais atividade para este fim de semana.
A descarga de radiação solar causou poucos transtornos na rede elétrica, mas obrigou as companhias aéreas a desviar rotas em torno dos pólos e gerou imagens impressionantes de aurora boreal em algumas partes do mundo.
A tempestade solar em foto telescópica
O fenômeno começou na noite de terça-feira com uma série de explosões no Sol, que lançaram partículas carregadas em grande velocidade para a Terra, mas a tempestade parecia se dissipar na quinta-feira, sem provocar os cortes de energia ou os problemas com os sistemas de navegação por satélite GPS, como se esperava.
As condições mudaram à noite, quando aumentou a intensidade da tormenta, que se elevou à categoria "forte" (G3) em uma escada de um a cinco, disse Bob Rutledge, chefe do departamento de previsões do clima espacial na Adminstração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).
"Acabamos recebendo alguma coisa do forte impacto que esperávamos", disse, explicando que a mudança se deveu a uma alteração no campo magnético dentro da ejeção de massa coronal que explodiu fora do sol.
"Quando se olha a tempestade de forma global, em termos de tamanho e de potência, poderia se dizer que é a tormenta mais forte desde novembro de 2004", disse.
Nos estados do norte dos Estados Unidos, como Wisconsin, Michigan e Washington, houve registros de um espetáculo de luz noturna, causado pela aurora boreal, quando partículas altamente carregadas interagem com o campo magnético da Tierra, criando um brilho colorido.
E embora os operadores elétricos já tenham "visto estas alterações em seus sistemas, tudo deveria estar dentro do que são capazes de manejar", acrescentou Rutledge.
Embora se espere uma redução paulatina da tempestade a partir desta sexta-deira, Rutledge advertiu sobre a possibilidade de mais alterações até domingo devido a uma erupção durante a noite na mesma região solar conhecida como 1429, que tem estado em atividade desde o começo da semana.
A labareda solar atingiu nível dois em uma escala de cinco e não foi tão grande quanto a erupção de terça-feira, mas se combinou a uma ejeção de massa coronal que, segundo Rutledge, se dirigirá para a Terra na madrugada de domingo.
"Vai afetar a Terra. Dirige-se diretamente para nós", disse.
"Achamos que isto poderia provocar uma intensidade de tempestade que pode alcançar novamente o nível G3. Não achamos que tenha a mesma intensidade sustentada que teve a tempestade que acaba de terminar", acrescentou.
As tempestades geomagnéticas e de radiação são cada vez mais frequentes à medida que o Sol evolui de seu período de mínima a máxima atividade nos próximos anos, mas as pessoas geralmente são protegidas pelo campo magnético da Terra.
No entanto, alguns especialistas estão preocupados porque, como a dependência da tecnologia de satélites GPS é maior do que durante o último máximo de atividade solar, poderia haver maiores transtornos na vida moderna.
Tempestade deixou um rastro de espetaculares auroras boreais, mas seu efeito pode se agravar nas próximas horasin
NASA/ Wikimedia Commons
Os especialistas indicaram que a atual temporada de tempestades é a mais intensa registrada desde setembro de 2005 e que estas provocam efeitos especiais únicos como as auroras boreais, além de interferir nas comunicações
Washington - A forte tempestade solar esperada para atingir a Terra nesta quinta-feira chegou mais fraca do que se estimava e deixou um rastro de espetaculares auroras boreais, mas seu efeito pode se agravar nas próximas horas e causar interferências nascomunicações.
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos indicou que uma grande explosão de material procedente de uma ejeção de massa da coroa do Sol chegou à Terra por volta das 8h (de Brasília), o que causou uma tempestade geomagnética que pode alcançar seu nível mais alto nas próximas 24 horas.
Isto significa que o fenômeno pode afetar as comunicações por rádio de alta frequência - como as usadas pelos aviões -, os sistemas GPS e algumas interrupções no fornecimento de energia, embora neste caso de menor importância, dependendo dos limites de corrente elétrica.
'Após tudo o que dissemos, não foi um evento tão terrivelmente forte', assinalou o físico Joe Kunches, do NOAA, em entrevista coletiva.
Os prognósticos da Nasa - agência espacial americana - previam uma forte tempestade geomagnética, mas o Observatório de Dinâmicas Solares (SDO, na sigla em inglês) indicou que o impacto foi mais fraco que o esperado e provocou uma tempestade menor, com intensidade 1 (numa escala que vai até 5).
No entanto, os cientistas indicam que a tempestade pode se intensificar nas próximas horas, dependendo das condições eletromagnéticas da mancha solar na qual se originaram as dois grandes labaredas solares que causaram a tempestade.
Planeta, que possui temperatura de 232 graus Celsius, está a 40 anos luz da Terra
AFP | 22/02/2012 09:42
Foto: NASA/ESA
Planeta GJ1214b (na ilustração) é composto principalmente por água e conta ainda com uma leve atmosfera de vapor Um grupo de astrônomos descobriu a existência de um novo tipo de planeta, composto em sua maior parte de água e com uma leve atmosfera de vapor, indicaram nesta terça-feira (21) o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (Cambridge, nordeste dos Estados Unidos) e a Nasa.
Trata-se de um planeta fora de nosso sistema solar denominado "GJ1214b", descoberto em 2009 graças ao telescópio espacial Hubble da Nasa, e que, segundo recentes estudos de um grupo de astrônomos, tem "uma enorme fração de sua massa" composta de água, indica um comunicado conjunto.
Em nosso sistema solar existem três tipos de planetas: rochosos e terrestres (Mercúrio, Vênus, a Terra e Marte), gigantes gasosos (Júpiter e Saturno) e gigantes de gelo (Urano e Netuno).
Por outro lado, existem planetas variados que orbitam em torno de estrelas distantes, entre os quais há mundos de lava e "Júpiteres" quentes.
Leia mais: Nasa anuncia descoberta de planeta que pode ter água Mais de 500 milhões de planetas podem ter vida Sonda espacial descobre mini-sistema planetário com seis planetas Nasa descobre planeta com dois sóis Britânico descobre novo 'planeta' participando de programa de TV
"Observações do telescópio espacial Hubble da Nasa acrescentaram este novo tipo de planeta", ressaltaram o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e a Nasa em seu comunicado, onde explicam os estudos realizados pelo astrônomo Zachory Berta e por um grupo de colegas.
O "GJ1214b", situado a 40 anos luz da Terra, é considerado uma "super-Terra", com 2,7 vezes o comprimento de nosso planeta e sete vezes seu peso.
Ele orbita a cada 38 horas ao redor de uma estrela vermelha anã e possui temperatura estimada de 450 graus Fahrenheit (232 graus celsius).
Em 2010, um grupo de cientistas liderado por Jacob Bean havia indicado que a atmosfera de "GJ1214b" deveria ser composta em sua maior parte por água, depois de medir sua temperatura.
No entanto, suas observações também podem ter sido feitas em razão da presença de uma nuvem que envolve totalmente o planeta.
As medições e observações efetuadas por Berta e por seus colegas quando o "GJ1214b" passava diante de seu sol permitiram comprovar que a luz da estrela era filtrada através da atmosfera do planeta, exibindo um conjunto de gases.
O equipamento do Hubble permitiu distinguir uma atmosfera de vapor e os astrônomos conseguiram calcular depois a densidade do planeta a partir de sua massa e tamanho, comprovando que tem "muito mais água do que a Terra e muito menos rocha"