domingo, 7 de abril de 2019
domingo, 16 de dezembro de 2018
quinta-feira, 12 de maio de 2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Brasileiros integraram equipe que encontrou ondas gravitacionais de Einstein
http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/brasileiros-integraram-equipe-que-encontrou-ondas-gravitacionais-de-einstein/ar-BBpqEMv?ocid=spartandhp
http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/brasileiros-integraram-equipe-que-encontrou-ondas-gravitacionais-de-einstein/ar-BBpqEMv?ocid=spartandhp
sábado, 26 de julho de 2014
Tempestade solar que causaria R$ 4 trilhões
em danos quase atingiu a Terra em 2012
Entre os efeitos que poderiam ser observados estão blackouts na rede elétrica, e aparelhos como rádios e GPS queimando. Segundo o estudo, até o suprimento de água poderia sofrer, já que boa parte deste depende de bombas elétricas.
As tempestades geomagnéticas –
como também podem ser chamadas – são causadas por fortes erupções na
superfície do Sol, que resultam no lançamento de partes maciças da coroa solar.
O mais importante de saber nessa situação é que essas explosões liberam
energia que chega até aqui na Terra, causando uma tempestade
eletromagnética. Com isso, boa parte dos aparelhos elétricos da região
onde está acontecendo o fenômeno correm o risco de queimar, por
sobrecarga nos circuitos elétricos.

Imagem ilustra auroras causadas pela tempestade de 1859, que podiam ser vistas desde a Europa até o Caribe
Tempestades desse tipo até são comuns, mas aquela de julho de 2012 era muito mais poderosa – desde 1859 não havia registro uma atividade solar tão intensa.
Naquela ocasião, no entanto, não havia nem de perto tantos dispositivos
eletrônicos quanto tempos hoje. Mesmo assim, foi suficiente para acabar
com as comunicações via telégrafo da Europa e da América do Norte. Via
Phys.org, Engadget e Galileu.
em danos quase atingiu a Terra em 2012
autor: carlos
Quem estava acompanhando as notícias em 2012 deve ter ouvido falar de uma tempestade solar deveria atingir a Terra em julho daquele ano. Isso acabou não acontecendo, o que foi ótimo para nós, de acordo com um estudo divulgado nesta semana pela NASA, a agência espacial dos EUA.
Na verdade, se as erupções solares tivessem acontecido 1 semana antes,
elas teriam passado pela órbita de Terra – e os danos seriam de uma
enorme escala.
Ao invés de atingir a Terra, a tempestade de 2012 acabou passando pela espaçonave Stereo-A,
que possuía uma boa quantidade de equipamentos para medir os parâmetros
de um evento do tipo. Com a enorme quantidade de dados capturada, eles
concluíram que, caso atingisse a Terra, a tempestade teria causado danos
de cerca de R$ 4 trilhões, que levariam anos para serem reparados. Entre os efeitos que poderiam ser observados estão blackouts na rede elétrica, e aparelhos como rádios e GPS queimando. Segundo o estudo, até o suprimento de água poderia sofrer, já que boa parte deste depende de bombas elétricas.
Imagem ilustra auroras causadas pela tempestade de 1859, que podiam ser vistas desde a Europa até o Caribe
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Big Bang - A Teoria do Big Bang
Conforme a teoria do Big Bang, a possível “explosão” deu origem ao universo
A busca pela compreensão sobre como foi desencadeado o processo que originou o universo atual, proporcionou – e ainda proporciona – vários debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos.
Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.
A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.
Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.
Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.
Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento.
Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.
A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.
Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.
Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.
Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Veja mais!
Cientistas tentam recriar o Big Bang
A simulação dessa teoria pode contribuir para o conhecimento do surgimento do universo.
Origem da Vida
As teorias que tenta explicar o surgimento dos seres vivos na Terra.
Criacionismo
Teoria que afirma que a Terra e os seres vivos são criações divinas.
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Teoria que afirma que a Terra e os seres vivos são criações divinas.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Descoberta estrela que pode ser diamante do tamanho da Terra
B. Saxton (NRAO/AUI/NSF)A estrela em questão é a anã branca mais fria e com o brilho mais fraco já identificada. Esse tipo de estrela costuma ter o tamanho da Terra e está em seu estágio final. Perto da morte, elas esfriam e desaparecem, em um processo que pode demorar bilhões de anos.
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///- • 25/06/2014 - Astrônomos detectam sinal misterioso no universo
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///Os astrônomos descobriram esse diamante gigante a partir de observações feitas em instrumentos do Observatório Nacional de Radioastronomia (NRAO) e em outros observatórios.
Primeiro, eles identificaram um pulsar. Ele girava 30 vezes por segundo e estava gravitacionalmente ligado a um segundo corpo celeste, a anã branca. Cálculos determinaram a distância do sistema em relação ao planeta Terra, que é de 900 anos-luz.
Os cálculos dos cientistas também indicam que o pulsar tem uma massa 1,2 vez maior que a do Sol. Já a estrela de diamante tem uma massa 1,05 vez maior do que a do Sol, condensada em um diâmetro parecido com o da Terra.
Segundo os pesquisadores, outras estrelas desse tipo já foram identificadas no universo. Mas sua detecção é extremamente rara, pois elas têm um brilho muito fraco. Por serem comuns, resta a esperança de que uma dessas estrelas seja encontrada mais perto da Terra para que seja possível precisar se realmente são feitas de diamante.
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